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Campo Grande, Brasil
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Ensaio Pressiométrico de Ménard em Campo Grande – Módulo de Deformabilidade e Tensão Limite

Nosso laboratório utiliza o equipamento Geomachine Ménard 90G com sonda de 60 mm para realizar o ensaio pressiométrico de Ménard em Campo Grande. A sonda é inserida em furo previamente aberto com trado helicoidal de 76 mm, operação que demanda cuidado com a estabilidade da parede do furo. Em terrenos com presença de argila vermelha típica da formação Serra Geral, comuns no centro da cidade, a sonda expande radialmente e registra a curva tensão-deformação. Obtemos assim o módulo pressiométrico (Em) e a pressão limite (Pl). Antes de iniciar, verificamos o sistema de calibração de volume e pressão conforme a NF P94-110. O ensaio é complementado com a classificação de solos para correlacionar os parâmetros com a litologia local.

Imagem ilustrativa de Ensaio pressiométrico de Ménard em Campo Grande
O módulo pressiométrico Em varia de 2 a 12 MPa em argilas de Campo Grande, com relação K entre 4 e 8.

Abordagem e escopo

A variação sazonal de umidade em Campo Grande influencia diretamente os resultados do ensaio pressiométrico de Ménard. Na estação chuvosa (outubro a março), o teor de água no solo pode aumentar em até 15% em áreas de várzea como o bairro Jardim dos Estados. Isso reduz o módulo Em em solos argilosos. O equipamento mede a deformabilidade em até 1,5 m de profundidade por ponto, com incrementos de 0,5 m. Os parâmetros obtidos são: Em (MPa), Pl (MPa), relação K = Em/Pl. Aplicamos a correção de Ménard para efeito de descarregamento do furo. Em Campo Grande, a correlação com SPT é comum para projetos de fundações diretas. Toda a operação segue a norma NF P94-110 e o manual do equipamento.

Considerações locais

Entre o bairro Centro, com solo arenoso compacto, e a região do Jardim Paulista, onde predomina argila mole, a diferença no módulo pressiométrico pode chegar a 10 MPa. Ignorar essa variação leva a recalques diferenciais em edificações de até 40 mm. O ensaio pressiométrico de Ménard em Campo Grande detecta essas transições com precisão. Em solos colapsíveis, comuns na zona norte, a pressão limite cai abaixo de 0,5 MPa. Realizar o ensaio antes da fundação evita patologias caras. A correlação com o SPT é calibrada localmente para cada formação geológica.

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Normas de referência


NF P94-110 (ensaio pressiométrico), ABNT NBR (standard test method for pressuremeter testing), NBR 6122:2019 (projeto e execução de fundações), Manual Geomachine Ménard 90G (calibração e operação)

Serviços complementares

01

Ensaio de SPT com amostrador

Executamos sondagem SPT em Campo Grande com amostrador Raymond de 2 polegadas. Medimos N-SPT a cada metro e coletamos amostras deformadas para classificação tátil-visual. Ideal para correlacionar com o pressiométrico.

02

Ensaios de laboratório

Realizamos granulometria (ABNT NBR 7181), limites de Atterberg (ABNT NBR 6459) e compactação (ABNT NBR 7182) em amostras de Campo Grande. Dados complementares para projetos de fundações e pavimentos.

Este serviço complementa o nosso ensaios in situ para uma análise integral do projeto.

Parâmetros típicos


ParâmetroValor típico
Módulo pressiométrico (Em)2 a 12 MPa
Pressão limite (Pl)0,4 a 1,2 MPa
Relação K = Em/Pl4 a 8
Profundidade máxima por ponto1,5 m
Diâmetro da sonda60 mm
Tipo de solo típicoArgila vermelha, areia argilosa

Consultas frequentes

Qual a diferença entre o ensaio pressiométrico de Ménard e o CPT?

O pressiométrico mede a deformabilidade do solo em furo pré-existente, com expansão radial controlada. O CPT (cone penetration test) mede resistência de ponta e atrito lateral em penetração contínua. O pressiométrico fornece módulo Em e pressão limite Pl; o CPT fornece qc e fs. Em Campo Grande, usamos o pressiométrico para fundações profundas e o CPT para perfis contínuos de resistência.

Quanto custa o ensaio pressiométrico de Ménard em Campo Grande?

O valor referencial para o ensaio pressiométrico de Ménard em Campo Grande fica entre R$ 2.200 e R$ 2.940 por ponto, dependendo da profundidade e da quantidade de pontos. Consulte-nos para cotação com base no seu projeto.

Em quais tipos de solo o pressiométrico é mais indicado?

O ensaio funciona bem em argilas, areias e siltes, desde que o furo se mantenha estável. Em Campo Grande, é eficaz em argilas vermelhas da formação Serra Geral e em areias argilosas do planalto. Em solos muito moles ou colapsíveis, a sonda pode perder contato com a parede do furo, exigindo pré-furo com revestimento.

O ensaio pressiométrico substitui o SPT?

Não substitui, mas complementa. O SPT fornece índice de resistência (N-SPT) e amostra. O pressiométrico fornece módulo de deformabilidade e pressão limite, essenciais para cálculo de recalques e capacidade de carga. Em Campo Grande, usamos ambos em projetos de edifícios de médio porte para otimizar o dimensionamento de fundações.

Localização e área de serviço

Atendemos projetos em Campo Grande.

Localização e área de serviço