A NBR 7200:1998 estabelece os critérios para execução de revestimentos, mas a avaliação de pavimentos existentes em Campo Grande exige uma abordagem mais ampla. O clima da cidade, com chuvas concentradas entre novembro e março e temperaturas que chegam a 35°C, acelera a degradação do asfalto. Por isso, antes de qualquer recapeamento, é essencial fazer um diagnóstico que inclua levantamento de irregularidades, coleta de testemunhos e ensaios de resistência. Quando o solo de fundação apresenta baixa capacidade de suporte, combinamos essa análise com um estudo de mecânica dos solos para dimensionar corretamente as camadas do pavimento.

A variação sazonal de umidade em Campo Grande exige que a avaliação considere tanto o período seco quanto o chuvoso para prever o comportamento real do pavimento.
Abordagem e escopo
Considerações locais
O solo predominante em Campo Grande é o Latossolo Vermelho, com alta permeabilidade e baixa coesão quando seco. A profundidade do lençol freático varia de 5 m a 15 m, mas em áreas próximas ao Córrego Bálsamo pode ficar a menos de 2 m. Isso gera risco de bombeamento de finos sob a camada asfáltica, que leva ao deslocamento de placas. Uma avaliação de pavimentos existentes bem feita identifica esses pontos críticos antes que evoluam para panelas ou afundamentos. Com os dados corretos, o projeto de recuperação ganha precisão.
Normas de referência
NBR 7200:1998 — Execução de revestimentos, DNIT 030/2004 — Deflectometria com viga Benkelman, ABNT NBR — Falling Weight Deflectometer, NBR 15645:2008 — Extração de testemunhos de concreto asfáltico
Serviços complementares
Levantamento Visual e Funcional
Inspeção detalhada com registro fotográfico, classificação de trincas, panelas e deformações. Inclui medição de irregularidade longitudinal com perfilômetro a laser.
Ensaios Estruturais com Viga Benkelman e FWD
Medição de deflexões para calcular o módulo de resiliência das camadas. O Falling Weight Deflectometer (FWD) simula cargas de eixo padrão de 8,2 tf.
Análise de Testemunhos e Laboratório
Extração de corpos de prova, ensaios de Marshall, resistência à tração e teor de ligante. Em solos moles, combinamos com drenagem geotécnica para proteger a base.
Este serviço complementa o nosso ensaios in situ para uma análise integral do projeto.
Parâmetros típicos
Consultas frequentes
Qual a diferença entre avaliação visual e avaliação estrutural de pavimentos?
A avaliação visual classifica danos superficiais como trincas e panelas, enquanto a estrutural mede a capacidade de carga com ensaios de deflexão. Em Campo Grande, ambas são necessárias porque as trincas por fadiga geralmente aparecem antes do colapso estrutural.
Quanto custa uma avaliação de pavimentos existentes em Campo Grande?
O custo varia conforme a extensão da via e a quantidade de ensaios. Para um trecho de 1 km, o valor fica entre R$ 3.380 e R$ 8.630, incluindo levantamento visual, ensaios de deflexão e análise de testemunhos. Consulte um orçamento específico para seu projeto.
Em quanto tempo fica pronto o laudo técnico?
O prazo médio é de 10 a 15 dias úteis após a conclusão dos ensaios de campo. Se houver necessidade de ensaios laboratoriais adicionais, como teor de ligante, pode chegar a 20 dias. Priorizamos vias com alto tráfego para minimizar interdições.
Que normas técnicas são seguidas na avaliação?
Seguimos a NBR 7200:1998 para revestimentos, a DNIT 030/2004 para deflectometria com viga Benkelman e a ABNT NBR para Falling Weight Deflectometer. Para extração de testemunhos, adotamos a NBR 15645:2008.